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A dança e o riso
A
dança
e o
riso
são
as
melhores
portas,
as
mais
naturais,
as
mais
facilmente
acessíveis
para
entrarmos na não-mente. Se
você
realmente
dançar,
o
pensamento
pára.
Você
dançar
sem
parar,
girando, girando e se
tornar
um
redemoinho
- todas as
fronteiras,
todas as
divisões
desaparecem.
Você
nem
mesmo
sabe
onde
seu
corpo
termina e
onde
a
existência
começa.
Você
se dissolve na
existência
e a
existência
se dissolve
em
você.
E se
você
estiver
realmente
dançando -
não
controlando a
dança,
mas
deixando
que
ela
o conduza - se
você
estiver possuído
pela
dança,
o
pensamento
pára.
O
mesmo
acontece
com
o
riso.
Se
você
for possuído
pelo
riso,
o
pensamento
pára. E se
você
conhecer
alguns
momentos
de não-mente,
esses
vislumbres
lhe
assegurarão
muito
mais
recompensas
que
irão
surgir.
O
riso
pode
ser
uma
bela
introdução
a
um
estado
de não-pensamento.
(1)
No
dia
em
que
o
homem
se
esquecer
de
rir,
no
dia
em
que
o
homem
se
esquecer
de
brincar,
no
dia
em
que
o
homem
se
esquecer
de
dançar,
ele
não
será
mais
um
homem;
ele
terá
caído
para
uma
espécie
sub-humana. A
brincadeira
o
deixa
leve,
o
amor
o
deixa
leve,
o
riso
lhe
dá
asas.
Dançando
com
alegria
ele
pode
tocar
as
estrelas
mais
longínquas, pode
conhecer
o
próprio
segredo
da
vida.
(2)
(1)
Osho,
A Sudden Clash of Thunder, # 9
(2)
Osho,
Zatathustra, The Laughing Prophet, # 23
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