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A menos que você seja amoroso consigo
mesmo...
Ame-se, respeite-se, seja
gentil
consigo
mesmo.
A
menos
que
você
seja
amoroso
para
consigo
mesmo,
você
não
pode
ser
amoroso
com
ninguém,
absolutamente.
A
menos
que
você
seja
atencioso
consigo
mesmo,
você
não
pode
ser
atencioso
com
ninguém;
é
impossível.
Eu
lhe
ensino
a
ser
realmente
egoísta, de
modo
que
você
possa
ser
altruísta.
Não
há
contradição
entre
ser
egoísta e
ser
altruísta:
ser
egoísta é a
própria
fonte
de
ser
altruísta.
Mas
até
agora
você
tem aprendido
exatamente
o
oposto,
lhe
ensinaram o
contrário.
E
qual
tem sido o
resultado
desse
ensinamento?
Ninguém
ama
ninguém.
A
pessoa
que
se condena
não
pode
amar
ninguém.
Se
você
não
pode
amar
nem
sequer
a
si
mesmo
–
porque
você
é a
pessoa
mais
próxima
a
você
–, se
seu
amor
não
pode
nem
mesmo
alcançar
o
ponto
mais
próximo,
é
impossível
seu
amor
chegar
até
as
estrelas.
Você
não
pode
amar
nada
–
você
pode
fingir.
E é
isso
que
a
humanidade
se tornou: uma
comunidade
de fingidores,
hipócritas.
Por
favor
tente
entender
o
que
quero
dizer
por
ser
egoísta.
Primeiro
você
tem
que
se
amar,
se
conhecer,
ser
você
mesmo.
A
partir
disso,
você
irradiará
amor,
ternura,
atenção
com
os
outros.
A
partir
da
meditação,
surge a verdadeira
compaixão,
mas
a
meditação
é
um
fenômeno
egoísta.
Meditação
significa deleitar-se
consigo
mesmo
e
com
sua
solitude,
esquecer
o
mundo
todo
e
simplesmente
deleitar-se
consigo
mesmo.
É
um
fenômeno
egoísta,
mas
desse
egoísmo
surge
grande
altruísmo.
E,
então,
não
há
nenhum
vangloriar-se a
respeito,
você
não
se
torna
egoístico.
Você
não
serve as
pessoas;
você
não
as faz sentir-se devedoras a
você.
Você
simplesmente
se deleita
em
compartilhar
seu
amor,
sua
alegria.
OSHO,
Guida Spirituale, # 13
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