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Existe
Com essa criança ferida, amedrontada e precavida dentro de nós, não permitimos o desenrolar natural do processo de vida, não deixamos que a natureza, através de nós, tome o seu próprio curso. Não confiamos. Na verdade, não nos experienciamos como parte do universo, mas como seres isolados, sozinhos, separados, pequenos, deixados à própria sorte, com falta ou deficiência de capacidades. Temos medo de errar, de sermos controlados, de sermos dominados. Tememos o fracasso, a rejeição, a invasão, a traição, o abandono.
O
Aprendendo a compreender, acolher e amar essa criança interior, torna-se mais fácil o trabalho consigo mesmo. E, então, podemos caminhar com mais doçura em direção ao reencontro com o nosso ser verdadeiro.
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