|
A
meditação
e o não-fazer
A
meditação
é
sempre
passiva:
sua
própria
essência
é
passiva.
Ela
não
pode
ser
ativa,
porque
sua
própria
natureza
é o não-fazer. Se
você
estiver fazendo
algo,
seu
próprio
fazer
perturba a
coisa
toda:
seu
próprio
fazer,
sua
própria
“atividade”,
cria
a perturbação.
O não-fazer é
meditação,
mas,
quando
eu
digo “não-fazer é
meditação”,
não
estou dizendo
que
você
precisa
não
fazer
nada.
Até
para
se
atingir
esse
não-fazer, a
pessoa
tem de
fazer
muito.
Mas
esse
fazer
não
é
meditação.
É
somente
um
degrau,
somente
um
trampolim.
Todo
“fazer”
é
apenas
um
trampolim,
não
meditação.
Você
está à
porta,
nos
degraus...
A
porta
é o não-fazer,
mas
para
se
chegar
ao
estado
de
mente
do não-fazer, a
pessoa
tem de
fazer
muito.
Mas
a
pessoa
não
deve
confundir
esse
fazer
com
meditação.
Osho,
Meditação
A
Arte
do
Êxtase,
# |