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Osho, você
disse
ontem
para
estarmos
no
ato
de
amor
totalmente,
para
desfrutarmos,
para
sentirmos
sua
intensa
alegria,
para
permanecermos
nele e,
quando
o
corpo
começar
a
sacudir,
para
nos tornarmos o próprio
sacudir.
Então
o
que
Você
nos
está ensinando –
indulgência?
Isso
é
perversão!
Essa é a
personalidade
irreal
falando
para
você.
A
personalidade
irreal
é
sempre
contra
desfrutar
alguma
coisa.
Ela
está
sempre
contra
você:
você
não
deve
desfrutar.
Ela
sempre
é
pelo
sacrifício
das
coisas,
pelo
seu
sacrifício
pelos
outros.
Parece
belo,
porque
você
foi educado nisto: “Sacrifique-se
pelos
outros.”
-
isso
é
altruísmo.
Se
você
estiver tentando
desfrutar,
isso
é
egoísmo.
E no
momento
que
alguém
diz
que
“isto
é
egoísmo”,
isso
se
torna
um
pecado.
Mas
lhe
digo, o tantra é uma
abordagem
basicamente
diferente.
O tantra diz
que,
a
menos
que
você
possa
desfrutar,
você
não
pode
ajudar
ninguém
a
desfrutar.
A
menos
que
você
esteja
realmente
contente
consigo
mesmo,
você
não
pode
servir
aos
outros;
você
não
pode
ajudar
os
outros
em
direção
ao
contentamento.
A
menos
que
você
esteja transbordando
com
sua
própria
bem-aventurança,
você
é
um
perigo
para
a
sociedade,
porque
uma
pessoa
que
se sacrifica
sempre
se
torna
um
sádico.
Se
sua
mãe
fica falando e
lhe
dizendo
que
“eu
me
sacrifiquei
por
você”,
ela
irá torturá-lo.
Se o
marido
vive dizendo
para
a
esposa
que
“eu
estou
me
sacrificando”,
ele
será
um
torturador
sádico.
Ele
irá
torturar,
porque
o
sacrifício
é
apenas
um
truque
para
torturar
o
outro.
Assim
aqueles
que
estão
sempre
se sacrificando
são
muito
perigosos –
potencialmente
perigosos. Fique
alerta
com
eles
e
não
se sacrifique. A
própria
palavra
é
feia.
Desfrute; fique preenchido de
bem-aventurança.
E
quando
você
estiver transbordando
com
sua
própria
bem-aventurança,
essa
bem-aventurança
chegará aos
outros
também.
Mas
isto
não
será
um
sacrifício.
Ninguém
está devendo
nada
a
você;
ninguém
precisa
lhe
agradecer.
Ao
contrário,
você
se sentirá
grato
aos
outros
por
eles
estarem participando
em
sua
bem-aventurança.
Palavras
como
‘sacrifício’,
‘dever’,
‘serviço’
são
feias;
elas
são
violentas.
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